segunda-feira, 9 de julho de 2018

Residência pega fogo após curto-circuito em carregador de celular

Uma família do bairro Soizão em Oeiras teve parte de sua casa destruída por um incêndio 


A  suspeita é que a origem do incêndio tenha sido um carregador de celular que estava ligado na tomada.

O adolescente dono do celular, contou que ao chegar em casa na noite da última terça feira, colocou o celular para carregar. Logo depois, ao receber uma ligação, saiu do quarto para atender, e esqueceu o carregador conectado na tomada. Já fora da casa, e percebeu que as luzes se apagaram e ascenderam novamente. Nesse instante ele entrou em casa e percebeu que as chamas tomavam conta do seu quarto, provocando a destruição de todos os objetos e moveis que estavam no quarto.

Deixar o carregador de celular ligado na tomada é perigoso. E se estiver próximo de material inflamável poderá gerar incêndio de grandes proporções. Portanto, essa prática não é recomendada.

Carregadores de celulares funcionam como transformadores de energia, fazendo com que a corrente seja diminuída ao passar da tomada para o aparelho, ou seja, os 127 volts da tomada se tornam 5 volts para o celular. Qualquer falha que ocorra pode fazer com que o carregador transfira diretamente a corrente maior, causando choque ou superaquecimento do carregador; e também do celular, se estiver plugado.

Esse problema pode ocorrer por diversas razões, tais como:
1) Problema na rede elétrica da local
2) Sobrecarga de energia
3) Uso excessivo de benjamim, que é o acessório multiplicador de tomadas. Cada equipamento a mais ligado àquele ponto, onde apenas um era esperado, sobrecarregará a tomada e os fios, podendo, assim, superaquecer.
4) Carregador não original e de fabricação duvidosa. Carregadores alternativos, vendidos normalmente em faróis, são bem mais baratos que os originais, mas será que vale a pena essa economia? O fato que merece atenção, é que alguns desses produtos não seguem as normas de segurança e padrões técnicos do Brasil, podendo gerar incompatibilidade com a rede elétrica brasileira e o consequente risco de acidente.


Fonte: Mural da Vila

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