terça-feira, 10 de julho de 2018

Todos os meninos e treinador são resgatados de caverna na Tailândia

A Marinha da Tailândia confirmou que todos os 12 meninos e o treinador de futebol que ficaram presos por mais de duas semanas dentro de uma caverna foram resgatados. A operação foi finalizada nesta terça-feira (10).

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS)

O grupo formado por 12 jovens jogadores e o treinador de um time de futebol amador que ficou preso na caverna no norte da Tailândia não vai poder assistir à final da Copa do Mundo, embora tenha sido convidado pela Fifa.

O fato já era esperado, mas a confirmação oficial veio nesta terça-feira (10). "Eles estão na fase de quarentena, o que obviamente leva tempo. Vamos tentar fazer com que vejam pela televisão", declarou Thongchai Lertwilairattanapong, representante do Ministério de Saúde Pública do país e uma das autoridades que está acompanhando o resgate de perto.

Vale ressaltar que a possibilidade de até mesmo ver a decisão do Mundial pela televisão é incerta porque os jovens ficaram muito tempo sem ser expostos à luz e estão utilizando óculos especiais conforme são resgatados.

Os meninos, com idades entre 11 e 16 anos, e o técnico de 25 anos acabaram presos na caverna no dia 23 de junho após forte chuva inundar o local. Eles foram encontrados com vida por mergulhadores no último dia 2.

Já na sexta-feira (6), a Fifa enviou uma carta à FAT (Associação Tailandesa de Futebol, na sigla em tailandês) comemorando que o grupo foi encontrado com vida e apresentando o convite para eles irem à Rússia assistirem à final, no próximo domingo (15), com a ressalva de que "se a saúde deles permitisse que viajem".

Antes mesmo da declaração do médico nesta terça, a ida dos tailandeses em Moscou era considerada improvável, tendo em vista o tempo em que terão que ficar hospitalizados (no mínimo uma semana).

A operação de resgate do grupo começou no último domingo (8), justamente uma semana antes da final, e entrou no terceiro dia nesta terça. Até o momento, dez pessoas foram resgatadas em segurança.

Fonte: Cidade Verde

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