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"Plano dá passos para frente ou para trás", diz governador sobre reabertura

Ao lado dos secretários Florentino Neto (Saúde) e Osmar Júnior, o governador garantiu que o plano não é "irresponsável" e foi definindo ouvindo vários setores.

"É um programa que dá passos para frente ou para trás", disse o governador. 
Wellington Dias assinou decreto que institui o Pacto de Retomada Organizada cria o comitê técnico de monitoramento.  O governo apresentou medidas que os empresários terão que adotar no estado, além de dados do diagnostico do vírus no estado. 
O governador pediu que a sociedade mantenha medidas de isolamento. Segundo ele, a abertura deve ocorrer de forma responsável. 
"Prorrogado as medidas de isolamento social. Vamos endurecer a fiscalização. Estamos entrando em uma nova fase, mas para não precisar regredir, temos que seguir de forma organizada. E preciso ter segurança. Vamos trabalhar com a segurança, vigilância, Ministério do Trabalho. Vamos fazer fiscalizações", disse. 
O governador afirma que a partir do lançamento, o Piauí entra em uma nova fase de combate a doença.
"Iniciamos uma nova fase. Uma fase cuidadosa e cautelosa. E uma fase de muita  responsabilidade. Abri muitas conversas com os Poderes, com as pessoas da ciência, empresários, trabalhadores e membros do Ministério Publico. Fiz uma visita pessoalmente ao prefeito Firmino Filho. Temos uma perspectiva de estabilização. Embora crescimento, estamos indo para estabilização tanto na transmissibilidade e taxa de ocupação de leitos e óbitos", disse.
Ele defendeu a necessidade de parcerias com os prefeitos e setores da sociedade.
Com o lançamento foi criado um comitê técnico para acompanhar a reabertura. O governador destacou a tendência de queda da transmissibilidade.
"A transmissão do vírus em tendência de queda. A redução de colapso na capacidade hospitalar.  Vamos trabalhar medidas como busca ativa para reduzir óbitos. Ainda tem muita gente com medo de ir a rede de saúde. Cometemos alguns erros como no sentido de proteger os profissionais de saúde, ficamos esperando o teste. Agora temos equipes de casa em casa para fazer o tratamento mais cedo. Evita mortes e pressão por UTI. Vamos intensificar as barreiras para evitar importação do vírus. Vamos ter sistema de regulamentação como forma de entrada de pacientes de outros estados". 
"O uso de máscaras ainda é o principal meio de proteção. Não podemos relaxar. O simples ato de lavar as mãos. Esse dois são grandes resultados", afirmou.

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Flash Lídia Brito e Yala Sena
redacao@cidadeverde.com

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