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Rio de Janeiro – Por unanimidade, o Conselho de Ética e Disciplina da Câmara de Vereadores do Rio decidiu abrir um processo de cassação contra o parlamentar e ex-PM Gabriel Monteiro na tarde desta terça-feira (5/4).



O vereador-youtuber é acusado por quatro mulheres de estupro, foi denunciado por ex-funcionários por assédio moral e é investigado por forjar vídeos, entre eles um com uma criança, para postar nas redes sociais.

“Uma cena relatada por uma jovem que supostamente teria sido estuprada, forçada, gera indignação e repugnância, mas os fatos ainda vão ser apurados. Há diversas denúncias e, mediante aos fatos debatidos, houve exploração e divulgação da imagem de uma criança que vendia doce e monetização de um morador de rua que simulou um furto, em situação vulnerável”, alegou o presidente do Conselho, Alexandre Isquierdo, do Democratas.

A representação pela cassação é enviada agora à Mesa Diretora, que analisa seus requisitos formais e a encaminha, no prazo de três dias úteis, à Comissão de Justiça e Redação para avaliação, no prazo de cinco dias úteis, para ser submetida ao Conselho à escolha de um relator.

Gabriel Monteiro, que nega as acusações, terá prazo de 10 dias para se defender. Para ser cassado, serão necessários 34 votos dos 51 vereadores em sessão plenária na Casa.

Em nota ao Metrópoles, o parlamentar comentou a decisão: “É um excelente oportunidade de me defender e mostrar a motivação das enxurradas de denúncias logo após eu flagrar e prender a máfia do reboque”, disse.

Denúncias

Segundo o Ministério Público, dois casos de estupro e um de uso de criança para forjar vídeo na internet estão sendo investigados. Seis procedimentos já foram instaurados pelo órgão, um deles apura improbidade administrativa sob a acusação do vereador usar funcionários da Câmara para fazer postagens no YouTube.

Gabriel Monteiro foi denunciado por quatro mulheres por estupro no Fantástico, da TV Globo, no último domingo (3/4) – três mulheres contaram histórias parecidas de relacionamentos consentidos que acabaram em violência.

Uma delas, que o conheceu em um aplicativo, alega que o parlamentar ignorou o pedido para o uso de preservativo. Outra revelou que teve relações com o vereador antes de ele assumir o cargo na Câmara. Na casa dele, ela diz ter visto o então PM espancando uma outra mulher.


Fonte: Metrópoles

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