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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (13/09), a Operação Falsa Campesina, com o objetivo de desarticular associação criminosa especializada na obtenção de vantagens ilícitas decorrentes de fraudes em benefícios do Salário-Maternidade. As equipes cumprem 11 mandados judiciais, sendo cinco de busca e apreensão, três de prisão temporária e três de afastamento das funções, todos expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Federal de Teresina/PI e cumpridos no município de Água Branca/PI.

A operação ocorre em parceria com a CGINT (Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista). A Polícia Federal informou às 8h31 que todos os mandados já foram cumpridos. Os nomes dos investigados ainda não foram revelados. 

Segundo a PF, no decorrer das investigações foram identificados 373 benefícios da espécie Salário Maternidade, supostamente fraudulentos, atrelados à associação criminosa. O prejuízo efetivo ao INSS, até o momento, é de mais de R$ 1,2milhão.


“As investigações apontaram ainda o envolvimento de dirigentes de Sindicato de Trabalhadores Rurais e de servidor público do INSS, atualmente aposentado, que, em conluio, forjavam documentos e etapas dos processos administrativos de concessão dos benefícios a mulheres que não detinham a condição de trabalhadoras rurais”, informou a PF em nota.

A pedido da Polícia Federal, foi determinado o bloqueio judicial das contas bancárias de quatro pessoas envolvidas nas fraudes identificadas, bem como a proibição de acessar ou frequentar o Sindicato de Trabalhadores Rurais e ainda de manter contato com determinadas pessoas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva, falsidade ideológica e estelionato majorado.


FONTE: PIAUÍ HOJE

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