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Um incêndio em Parnaíba causou a morte de duas crianças e deixou outra gravemente ferida. O diretor do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), Daniel Miranda, informou na manhã desta terça-feira (18) que a fumaça tóxica do incêndio causou a morte das duas irmãs. Segundo a direção, as crianças tinham poucos ferimentos causados por queimaduras. A terceira vítima, outra irmã, continua internada no hospital em estado grave.


“É um momento muito difícil para o hospital Dirceu Arcoverde. Ontem por volta das 23h a gente recebeu essas crianças aqui, as três chegaram em quadro de parada respiratória por inalação de fumaça. As lesões de pele de queimaduras foram pequenas ou nenhuma, o que ocasião foi um quadro de inalação de fumaça tóxica. Foram reanimadas, mas infelizmente duas sem sucesso e outra internada em estado gravíssimo”, disse o diretor.

Ele destacou ainda que a equipe destinou todo o seu aparato para tentar salvar as crianças, mas que infelizmente elas chegaram em estado gravíssimo.

Um incêndio em Parnaíba causou a morte de duas crianças e deixou outra gravemente ferida. O diretor do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), Daniel Miranda, informou na manhã desta terça-feira (18) que a fumaça tóxica do incêndio causou a morte das duas irmãs. Segundo a direção, as crianças tinham poucos ferimentos causados por queimaduras. A terceira vítima, outra irmã, continua internada no hospital em estado grave. 

“É um momento muito difícil para o hospital Dirceu Arcoverde. Ontem por volta das 23h a gente recebeu essas crianças aqui, as três chegaram em quadro de parada respiratória por inalação de fumaça. As lesões de pele de queimaduras foram pequenas ou nenhuma, o que ocasião foi um quadro de inalação de fumaça tóxica. Foram reanimadas, mas infelizmente duas sem sucesso e outra internada em estado gravíssimo”, disse o diretor.

Ele destacou ainda que a equipe destinou todo o seu aparato para tentar salvar as crianças, mas que infelizmente elas chegaram em estado gravíssimo.

As causas do incêndio ainda vão ser apuradas através de uma perícia. 

“Só uma perícia mais aprofundada para dizer a causa de origem do incêndio. Não identificamos nenhum material explosivo no local e também não houve nenhum relato de explosão. O que existia no cômodo eram vestígios de equipamentos eletro eletrônicos”, completou o tenente. 

Boletim médico 

O Hospital Dirceu Arcoverde informou que a menina está em estado gravíssimo. “Em uso de ventilação mecânica, uso de drogas vasoativas (noradrenalina e adrenalina), sem sedação, mas sem reflexo neurológico no momento. Chegou em parada cardíaca e reanimação por 5 min”.

O hospital informou ainda que a menina não tem comprometimento por queimadoras e que as lesões foram por inalação de fumaça tóxica. 

 

 


Natanael Souza e Yala Sena
redacao@cidadeverde.com

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